De Collor à Dilma – Liberalismo Econômico

Bresser-Pereira: PSDB é um partido golpista, da direita e absolutamente antinacional

http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2017/04/bresser-pereira-psdb-e-um-partido-golpista-da-direita-e-absolutamente-antinacional
Eduardo Maretti, da RBA publicado 10/04/2017 17h49, última modificação 10/04/2017 17h51

Para economista, “5% do PIB é roubado do patrimônio público e entregue a rentistas”, mas governo Temer elegeu o povo e os trabalhadores como “privilegiados” e alvo das reformas.

São Paulo – “O Brasil não tem uma ideia de nação desde os anos 1990, desde o governo Collor o Brasil se entregou aos interesses, ideias e ao comando estrangeiro, ao liberalismo econômico, que é dominante no Brasil desde então”, diz o economista Luiz Carlos Bresser-Pereira.

Pensando nisso, ele está redigindo um manifesto intitulado Projeto Brasil Nação, que pretende divulgar no fim do mês.  Nele, “conclama-se os brasileiros a voltarem a se unir em torno da ideia de nação e em torno de um programa econômico viável, responsável, do ponto de vista fiscal e cambial”, afirma.

Projetando as eleições de 2018, Bresser-Pereira acredita que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o líder capaz de fazer compromissos e entendimentos “e voltar a transformar essa sociedade, não digo numa grande nação, mas pelo menos num país que volte a se repensar, com menos ódio e com mais ideia de cooperação e colaboração entre todos”.

Fundador do PSDB, ex-ministro dos governos José Sarney e Fernando Henrique Cardoso, o economista acredita que a legenda tucana “é o verdadeiro sucessor da UDN no Brasil, e portanto é um partido golpista”.  “O PMDB não é nada, não é um partido. É um conjunto de pessoas, algumas até muito boas, e outras péssimas. Já o PSDB é um partido, como o PT, mas é um partido da direita e da direita absolutamente antinacional e dependente”, diz, em entrevista à RBA.

No final de 2015 o senhor disse que o Brasil tem dois grandes problemas, a “alta preferência pelo consumo imediato” e a perda da “ideia de nação”. Depois do golpe, a ideia de nação se perdeu definitivamente?

Veja, o Brasil não tem uma ideia de nação desde os anos 1990, desde o governo Collor o Brasil se entregou aos interesses, ideias e ao comando estrangeiro, ao liberalismo econômico, que é dominante no Brasil desde então, e liberalismo significa dependência, para nós. Houve nos governos Lula e Dilma uma certa retomada da ideia de nação. Nada muito forte, mas houve um esforço nessa direção. De repente vem o golpe, um golpe ultraliberal, absolutamente contrário à ideia de nação e que agravou profundamente a crise em que nós já estávamos, uma crise provocada por esse liberalismo.

O Brasil está dominado pelo liberalismo econômico desde 1990. Desde aquela época foi feita uma série de reformas que mudaram o regime de política econômica, de um regime desenvolvimentista para um regime liberal, que é inviável no país. De forma que o Brasil vai de mal a pior.

Qual sua avaliação do atual cenário e da conjuntura econômica, do futuro no curto e médio prazo?

Tivemos uma crise que se desencadeia no final de 2014 e que, se fosse contra-atacada com uma política expansiva, feita por um ministro competente, keynesiano, talvez o Brasil estivesse fora dela há bastante tempo. Mas não. Foi ainda a Dilma que chamou o Joaquim Levy e ele adotou uma política que afinal agravou a recessão substancialmente. Veio o Nelson Barbosa e tentou consertar a coisa dizendo: “Não, nós não podemos reduzir investimentos, podemos reduzir despesa corrente, mas em hipótese alguma investimento. Pelo contrário, devemos expandir”.

Foi o que eu também estava dizendo nesse momento, depois de equivocadamente ter apoiado a Dilma no comecinho da segunda gestão dela. Mas veio o golpe e outra vez veio o liberalismo econômico mais radical, a ortodoxia. O câmbio tinha ido para o lugar certo. Eu estava contando com isso para as empresas retomarem os investimentos, tornarem-se competitivas e a economia voltar a crescer. Não aconteceu, o câmbio voltou a se apreciar. Nós já estamos com o câmbio substancialmente apreciado, o consumo só diminui, com esse imenso desemprego. Estamos com mais de 13 milhões de desempregados. Realmente a crise se aprofundou. E é uma crise construída pelo liberalismo econômico, sem ideia de nação.

Se o dólar ideal seria em torno de R$ 3,80, segundo o senhor já disse, estamos muito longe disso…

Dada a inflação que houve aqui no Brasil e lá fora, o dólar que tornaria as empresas competitivas está próximo hoje de quatro reais. Estamos muito longe. Esse é o mal fundamental do Brasil, a irresponsabilidade cambial. Há um outro mal, e aí a esquerda também é useira e vezeira em praticá-lo, que é a irresponsabilidade fiscal. A Dilma foi a última experiência de irresponsabilidade fiscal. Agora, a irresponsabilidade cambial é principalmente da direita, dos liberais. Eles acham que ter déficit em conta corrente é bom porque seria poupança externa, que se transformaria em investimento.  É poupança externa, porque realmente ficamos devendo aos outros, mas essa poupança externa não é para financiar investimento, é para financiar consumo.

Apesar dos erros da Dilma que o senhor mencionou, considerando que a derrubada do governo foi, no mínimo, incentivada  por interesses internacionais, era possível ter evitado o golpe?

Sem dúvida que podia ter sido evitado. Foi uma decisão lamentável do Congresso, foi uma manobra de um grupo de oportunistas do PMDB, na qual o PSDB embarcou docemente, demonstrando que é um partido liberal, o verdadeiro sucessor da UDN no Brasil, e que portanto é um partido golpista como era a UDN. Que o PMDB seja golpista… O PMDB não é nada, não é um partido. É um conjunto de pessoas, algumas até muito boas, e outras péssimas. Já o PSDB é um partido, como o PT, mas é um partido da direita e da direita absolutamente antinacional e dependente. Isso ficou demonstrado quando eles se associaram ao golpe, que não os adiantou em nada.

Uma coisa muito curiosa é o seguinte: agora já começam a discutir quem serão os candidatos na próxima eleição. A Cristina Fernandes, do Valor, relatou uma festa na coluna dela em que os milionários do Brasil estavam lá reunidos, e mais os políticos de direita, e então conversava-se sobre quem seria o novo presidente. Quem enfrentaria o mal maior, que é o Lula? E chegaram à conclusão que era o (João) Doria, que é uma coisa quase ridícula.

O que aconteceu no Brasil, um pouco por culpa da Dilma e muito por culpa de uma direita ressentida, é que uma classe média de direita ressentida não se sentiu apoiada pelo governo; os ricos ficavam mais ricos, os pobres eram apoiados pelo governo e essa classe média ficava solta no ar. E aí houve uma  radicalização muito violenta na sociedade brasileira, e passou a haver no Brasil uma coisa que nunca tinha visto, que foi o ódio. Estamos nessa situação, semelhante, aliás, à triste situação em que estão os Estados Unidos também, completamente divididos. Não há nada pior para uma sociedade do que isso. Mas vamos ter eleição em 2018…

Se é que vai ter…

Vai ter. E o Lula possivelmente vai ser candidato. Não creio que eles consigam impedir que ele seja candidato. Digamos que o outro seja o Doria. Quem desses candidatos tem capacidade de reunir a sociedade brasileira? Quem tem capacidade de fazer os compromissos, entendimentos etc., e voltar a transformar essa sociedade, não digo numa grande nação, mas pelo menos num país que volta a se repensar, com menos ódio e com mais ideia de cooperação e colaboração entre todos? Certamente não é um Doria. E a meu ver, o Lula tem todas as condições para isso.

O Paulo Sérgio Pinheiro me enviou um manifesto que foi assinado em 1989 por um conjunto de intelectuais que não eram de partido e apoiavam o Lula, com essa ideia, de o Lula poder representar uma união nacional. Isso pode ser o destino dos grandes líderes. O Lula é um grande líder, não há dúvida. Vamos ver.

O Temer está introduzindo algumas reformas extremamente perversas, como a da Previdência. Diante da retirada de direitos e da enorme impopularidade, esse governo resiste até o fim?

Não nos termos em que foi colocada, mas acho que uma reforma da Previdência é necessária. É preciso fazer alguma coisa nessa direção. É preciso estabelecer uma idade de aposentadoria mais alta, é impossível se manter no Brasil pessoas se aposentando tão cedo. E é preciso igualizar o sistema público ao privado. Na minha opinião, há três grupos privilegiados no Brasil: o grupo dos rentistas, que vivem de juros e recebem quase 7% do PIB, quando deviam receber no máximo 2%. Tem 4%, 5% do PIB, uma barbaridade de dinheiro, que é roubado do patrimônio público e entregue a rentistas e financistas. O segundo grupo é o dos altos burocratas, que têm salários altos demais e aposentadorias excessivas. E o terceiro é o grupo dos interesses estrangeiros, porque tudo é feito aqui no Brasil em função dos interesses estrangeiros, e vamos nos  transformando aos poucos em meros empregados dos países ricos.

Agora, o governo que está aí é uma maravilha de governo, porque há um quarto grupo de privilegiados e esse é o objeto fundamental: é o povão, os pobres, os trabalhadores. Esses é que são os privilegiados, segundo o governo e segundo o PSDB. Segundo os liberais.

A questão da Petrobras, a entrega do pré-sal é simbólico disso?

Queremos ter déficit em conta corrente, porque achamos que isso é bom, lá no norte nos ensinam que é bom. Em Nova York, em Washington, em Londres e Paris eles dizem: “vocês precisam ter déficit em conta corrente porque isso permite que nós os ajudemos financiando vocês”. Nós acreditamos nisso, consumimos muito, ficamos devendo muito, não investimos, e aí precisamos começar e vender tudo o que temos. Já que não produzimos, a gente vai vendendo o que tem. É isso que estamos fazendo no Brasil há muito tempo.

O que dizer às pessoas hoje desiludidas, de várias gerações, que passaram a acreditar que o país podia ser autônomo, ter soberania, mas outra vez sofreu um golpe?

Não há nada mais importante do que isso. Devemos lançar até o final do mês um manifesto que chamo de Projeto Brasil Nação, e espero que seja seriamente lido, estudado e apoiado pelas pessoas, porque conclama-se os brasileiros a voltarem a se unir em torno da ideia de nação e em torno de um programa econômico viável, responsável, do ponto de vista fiscal e cambial.

As pessoas no Brasil estão se sentindo sem rumo. Vamos tentar nesse manifesto apontar um rumo. Não é nenhuma tábua de salvação, nenhuma solução mágica, mas é um programa mínimo, básico, na área econômica, em alguns valores fundamentais, que ou uma nação os partilha, ou não. Eu estava falando que era preciso refundar a nação, e minha filha me disse: “não, pai, a nação brasileira já foi fundada em 1822”. Eu falei: formalmente sim. Um grande ensaísta e filósofo francês, Ernest Renan, que no século 19 fez uma maravilhosa conferência sobre o que é uma nação, dizia que nação é um desafio e um projeto que a gente renova todos os dias. A nação você refunda todos os dias. A nossa nação se enfraqueceu muito a partir de 1990, a partir da crise da dívida externa e da crise do Plano Cruzado, e precisamos recuperá-la.

VEJAM

www.escolasensitivista.blogspot.com

Anúncios
Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

A Palavra de Deus

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

O furacão chamado Doria

Nilton Tristão – cientista político

João Doria ascendeu ao posto de chefe do poder executivo paulistano prometendo impor a supremacia da gestão profissional sobre as práticas políticas. Porém, é justamente no segundo plano que JD vem impondo-se como uma liderança diferenciada e audaz.

Seu último vídeo postado nas redes sociais, em que faz juras de amor eterno e fidelidade matrimonial ao governador Geraldo Alckmin, serviu basicamente para demonstrar as diferenças de estatura entre ambos, principalmente no momento em que evidenciou um João articulado, dinâmico e impositivo, em contraposição a um Alckmin acanhado, apático e cinzento.

Suas caravanas pelo país emanaram um verdadeiro frenesi entre prefeitos, empresários e demais lideranças, que se acotovelam para associar-se ao projeto e marcar presença, enquanto navegantes, no périplo doriano.

O que se intensificou logo após a exposição do filme confeccionado sob a batuta desafinada, porém desafiadora de Tasso Jereissati, que foi difundido pelos canais televisivos no último dia 17, no qual o PSDB expôs novamente a incapacidade de edificar consenso comportamental básico entre suas miríades no tocante aos temas ácidos e indigestos que acometem o Estado brasileiro.

Essas circunstâncias aprofundaram o hiato entre sociedade e lideranças tradicionais tucanas, fazendo com que JD passe de mera opção à Presidência da República no pleito do próximo ano, a imperativo indispensável na viabilização do propósito social-democrata de retorno ao poder e regência dos desígnios da nação. Circunstância tão visível que, tanto lulistas como bolsonaristas, passaram a mirar suas artilharias na direção do alcaide estabelecido no Palácio do Anhangabaú, por o considerarem o principal antagonista do campo liberal na contenda porvindoura. Outro sintoma indicativo dessa tendência são as grandes agremiações nacionais, como PMDB e DEM, além de outros segmentos relevantes do corpo social, estarem demonstrando preferência inequívoca à candidatura de JD ao Planalto Central.

Manobras engenhosas, tal como a proposta de mudança no calendário das prévias eleitorais sugerida pela ala alckmista, não passam de tentativas disparatadas daqueles que não compreendem o curso histórico em andamento, além da miopia para com todos os sinais emitidos pelos brasileiros desde 2013.

Caso o governador de São Paulo insista na ambição de ocupar a vaga do partido na disputa ao comando da República, correrá o risco de ser obrigado a polemizar com postulantes do segundo pelotão durante o processo eleitoral, tais como Ciro Gomes, Álvaro Dias e Marina Silva, saindo dessa forma, menor do que entrou na empreitada. Ou seja, a única forma de Geraldo Alckmin preservar sua biografia e evitar o esfalecimento do PSDB à Presidência da República. Como bom médico, GA sabe que a medicação pode ser dolorida e desconfortável, porém faz-se inevitável para a sobrevivência do paciente. São nos momentos de inflexão que a generosidade e grandeza de estadistas são reveladas como marcas indeléveis da personalidade humana.

 

VEJAM

www.escolasensitivista.blogspot.com

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Gerações – Y e Z

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre 

Geração Y, também chamada geração do milênio ou geração da internet,[1] termo “millenial” foi criado pelo historiador e economista norte-americano Neil Howe nos anos 1990. Fazia menção à geração nascida a partir do início dos anos 80.

Essa geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica, e facilidade material, e efetivamente, em ambiente altamente urbanizado, imediatamente após a instauração do domínio da virtualidade como sistema de interação social e midiática, e em parte, no nível das relações de trabalho. Se a geração X foi concebida na transição para o novo mundo tecnológico, a geração Y foi a primeira verdadeiramente nascida neste meio, mesmo que incipiente.

É importante notar que não existe geração Y no campo, se a natureza da renda da família e da cidade estão relacionadas a um histórico de trabalhos braçais e tradicionais, rurais, ou tradicionais manufatureiras.

Há uma diferença significativa entre as modalidades de prosperidade econômica e níveis de interação material mundiais, quando comparadas as duas gerações (X e Y). Na primeira, a quantidade de elementos lúdicos, de brinquedos, artefatos e eletrodomésticos ou qualquer nível de produto na cadeia social é muito menor que na segunda, e em contrapartida, mais duradouro e predisposto à manutenção ao invés do descarte e atualização (update).

A dinâmica da manutenção e reciclagem econômicas foram dramaticamente alteradas na virada do milênio, encabeçadas por potências como o Japão e Tigres Asiáticos e EUA, onde o ciclo econômico de reciclagem e descarte passaram a fazer parte do circuito econômico de produção local, por necessidade ambiental ou retorno financeiro. Simultaneamente, a natureza da efemeridade dos programas computacionais e a lógica da indústria de softwares induziram também fortemente, o conceito de descarte e atualização. De forma complementar, o desenvolvimento da indústria automobilística entrou no patamar de configuração dos veículos, também por questões de reciclagem e descarte que alimentariam a cadeia produtiva desde a fonte, em termos de reduzir a espessura das latarias e materiais em função da absorção de impactos em colisões. Este elemento, de origem investigativa com base em pesquisas de colisão com modelos e bonecos, por si só inseriu em parte a necessidade de redução da resistência mecânica e portanto, durabilidade material das latarias, fato perceptível no senso comum da população.

Estas diferenças econômicas produziram, com efeito, uma geração familiarizada com a baixa durabilidade e efemeridade dos produtos. Neste novo ambiente volátil, onde podemos assistir a queda de diversas profissões e a relativização de outras, a lógica do trabalho até então conhecida das profissões e carreiras adquiriu novo significado e grau de comprometimento.

A geração Y foi desta forma, superexposta a novo nível de informação, afastada dos trabalhos braçais e sobrecarregada de “prêmios” e facilidades materiais em troca de pouco ou nenhum esforço. Em parte este processo ocorreu devido a uma aparente compensação a partir dos pais, originários da geração X, possivelmente tentando compensar a lacuna material pelo qual podem ter passado, se comparadas as prosperidades econômicas da geração X com a da Y. Ao mesmo tempo, possivelmente tentando viver um nível de materialismo econômico através de seus filhos e netos.

Eles cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas[2]. Acostumados a conseguirem o que querem sem esforço ou prazos consideráveis, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e desejam salários ambiciosos desde cedo, em geral com a suposição de que conhecimento e currículo técnico tornam desnecessários outros atributos profissionais. É comum que os jovens dessa geração troquem de emprego com frequência em busca de oportunidades que ofereçam mais desafios e crescimento profissional, ou em função de uma evasão de dificuldades típicas de muitas carreiras. A discrepância na percepção do significado sobre o trabalho e carreira é evidente em diversos foruns na internet, onde se pode observar o confronto de gerações e o discurso divergente, em geral, criticando a postura da geração Y como “sem interesse” e diversos outros adjetivos.[3]

Uma características básica que define esta geração é a utilização de aparelhos de tecnologia, como telefones celulares de última geração, os chamados smartphones (telefones inteligentes), para muitas outras finalidades além de apenas fazer e receber ligações como é característico das gerações anteriores[4].

A geração Y, também conhecida por geração do milênio, representava, em 2012, cerca de 20% da população global[5]. Cresceram num mundo digital e estão, desde sempre, familiarizados com dispositivos móveis e comunicação em tempo real, como tal são um tipo de consumidores exigentes, informados e com peso na tomada de decisões de compra. São a primeira geração verdadeiramente globalizada, cresceram com a tecnologia e usam-na desde a primeira infância. A internet é, para eles, uma necessidade essencial e, com base no seu acesso facilitado, desenvolveram uma grande capacidade em estabelecer e manter relações pessoais próximas, ainda que à distância[6]. A tecnologia e os dispositivos móveis (tablets e smarphones) em particular, criaram condições para a geração Y ligarem-se e comunicarem entre si como nenhuma outra geração o tinha feito anteriormente, permitindo partilhar experiências, trocar impressões, comparar, aconselhar e criar e divulgar conteúdos, que são o fundamento das redes sociais. Em 2016, dados mostram que esses jovens Millennials já estavam investindo mais tempo assistindo vídeos em smartphones do que assistindo TV ao vivo[7].

A geração do milênio têm a expectativa de ter informação e entretenimento disponíveis em qualquer lugar e em qualquer altura. Alch (2000)[8] afirma mesmo que eles têm que sentir que controlam o ambiente em que estão inseridos, têm que obter informação de forma fácil e rápida e têm que estar aptos a ter vidas menos estruturadas.

Enquanto grupo crescente, têm se tornado o público-alvo das ofertas de novos serviços e na difusão de novas tecnologias, muitas vezes em função da reciclagem e revenda de produtos praticamente idênticos, através do imaginário da necessidade absoluta de atualização de software e/ou hardware, como ícone de condição de inserção social e econômica.

As empresas desses segmentos visam a atender essa nova geração de consumidores, que constitui um público exigente e ávido por inovações[9]. Aparentemente e as vezes preocupados com o meio ambiente e as causas sociais, têm um ponto de vista diferente das gerações anteriores, que viveram épocas de guerras e desemprego.

Mas se engana quem pensa que na Geração Y tudo são só flores. Nascidos numa época de pós-utopias e modificação de visões políticas e existenciais, a chamada Geração Y cresceu em meio a um crescente individualismo e extremada competição. Não são jovens que, em geral, têm a mesma consciência política das gerações da época contracultural. E também, como as informações aparecem numa progressão geométrica e circulam a uma velocidade e tempo jamais vistos, o conhecimento tende a ser encarado com superficialidade.[carece de fontes]

A geração Y desenvolveu-se num contexto macroeconômico pós guerra fria, onde as dicotomias extremas foram dissolvidas (com simbologia principal a queda do muro de Berlim) e os partidos multiplicaram-se e assimilaram características dos outros, tornando a percepção desta geração, com relação a que posicionamento tomar, mais complexa e sem base que a da geração X. A dinâmica sócio politica e econômica e a efemeridade dos elementos sociais em geral produziu um solo ideológico instável e flexível, de forma que o partidarismo, acompanhado pelo estímulo do liberalismo ao consumo e a exclusão das ideologias em função do consumo, tornaram-se pouco nítidos a esta geração.

O sociólogo americano Kathleen Shaputis descreveu os Millennials como “geração boomerang” ou “geração Peter Pan”, porque foi percebido neles uma tendência a demorar alguns ritos de passagem para a idade adulta por períodos mais longos do que as gerações anteriores. Essa referencia é feita também para os membros desta geração tendem a viver com seus pais por períodos mais longos do que gerações anteriores.[10]

Além disso, Dr. Larry Nelson disse que alguns Millennials atrasam a transição entre a infância e a idade adulta, em resposta a certos erros que seus pais fizeram. “Em gerações anteriores, você casava e estava começando uma carreira imediatamente. O que os jovens de hoje observaram é que esta abordagem levou a casais divorciados e a pessoas que se sentem insatisfeitos com sua carreira.”[11]

Millennials trouxeram um ressurgimento do politicamente correto[12]. Em 2015, um estudo da Pew Research encontrou que 40% dos Millennials nos Estados Unidos apoiavam restrições do governo de discurso público ofensivo a grupos minoritários. Suporte para restringir o discurso ofensivo foi significativamente menor entre as gerações mais velhas: com 27% entre os membros da Geração X, 24% dos Baby Boomers, e apenas 12% dos integrantes da Geração Silenciosa apoiando tais restrições. Pew Research observou tendências relacionadas no Reino Unido, mas não na Alemanha e em Espanha, onde os Millennials estavam menos favoráveis a restrinção de discurso ofensivo do que os grupos mais velhos.[13]. Millennials trouxeram mudanças para o ensino superior nos EUA e no Reino Unido através de chamar a atenção para microagressões e fazendo lobby para implementação de espaço seguro e trigger Warning (avisos de gatilho) no ambiente universitário. Os críticos de tais mudanças têm levantado preocupações relativas ao seu impacto sobre liberdade de expressão, afirmando essas mudanças podem promover censura, enquanto que os proponentes têm estas alterações descritas como promover a inclusão.[12][14][15]

 

Geração Z (comumente abreviado para Gen Z, também conhecida como iGenerationPlurais ou Centennials) é a definição sociológica para definir geração de pessoas nascidas da metade da década de 90 até o ano de 2010.

A teoria mais aceita por estudiosos é que essa geração surgiu como concepção para suceder a Geração Y, no final de 1982 (começo do Echo Boom),[1][2] Portanto é a geração que corresponde à idealização e nascimento da World Wide Web, criada em 1990 por Tim Berners-Lee (nascidos a partir de 1995) e no “boom” da criação de aparelhos tecnológicos (nascidos entre o fim de 1992 a 2010). A grande nuance dessa geração é zapear, tendo várias opções, entre canais de televisãointernetvídeo gametelefone e MP3 players.[1]

As pessoas da Geração Z são conhecidas por serem nativas digitais, estando muito familiarizadas com a World Wide Webcompartilhamento de arquivostelefones móveis, não apenas acessando a internet de suas casas, e sim também pelo celular, ou seja, extremamente conectadas à rede.[2]

Alguns especialistas sugerem que por estarem passando pela Grande Recessão, a primeira grande crise econômica desde a Grande Depressão – porém não maior[3] – e que atinge sobretudo os jovens, as gerações Y e Z passaram a ser dominadas por um sentimento de insatisfação e insegurança quanto a realidade e o futuro da economia e da política. Esta geração é confrontada com uma diferença de renda cada vez maior em todo o mundo[4] e uma classe média encolhendo, o que têm levado ao aumento dos níveis de estresse nas famílias.[5]

O habitat natural da Geração Z, assim como o da Geração Y, é o do desemprego e da precariedade.[6]. A Geração Z presenciou o surgimento de indivíduos, grupos e movimentos políticos e sociais anti-establishment, resultado do aprofundamento da polarização ideológica na sociedade,[7][8][9][10] através da chamada Ciberpolítica e que atrai uma parcela – ainda que minoria – dessa geração, parcela essa constitutiva a uma “geração bloqueada”,[11] segundo o sociólogo João Teixeira Lopes.[7] A revista Business Insider descreve a Geração Z como mais conservadora, mais orientada para o capital, mais empreendedora e pragmática sobre o dinheiro em comparação com a Geração Y.[12]

Por outro lado, esta geração é tida como a geração mais multirracial que já existiu,[13] a mais aberta a legalização do casamento gay,[14] a mais favorável à igualdade de gênero e a menos apegada aos papeis de gênero[15] e binário de gênero (ver Genderqueer).[15]

Desde o século passado, a forma de classificar gerações de épocas específicas e nomeá-las, tem sido um hábito cada vez mais comum. Diferentemente de separar por idade, sexo ou renda, a classificação por gerações se apresenta mais correta para definir alguém, mesmo com o passar dos anos, pois ela permanece com suas denominações, independente de mudanças pessoais, de faixa etárias ou econômicas. Porém, tais classificações não são bem aceitas em todas as áreas do conhecimento, embora amplamente utilizadas.

Os Baby boomers, nascidos nos anos 40 e 50 até o início dos anos 60, são os netos e filhos da Geração Grandiosa e Geração Silenciosa, e bisnetos e netos da Geração Perdida. Já a Geração X são as pessoas nascidas nas décadas de 1960 e 1970. A Geração Y, são pessoas nascida entre 1977/78 e nos anos 80 até a metade dos anos 90, enquanto a Geração Z são os indivíduos nascidos por volta de meados dos anos 1990 e Década de 2000 em diante.

Algumas denominações têm usado as letras do alfabeto. Assim a Geração X se refere aos filhos dos últimos membros da geração silenciosa e dos primeiros Baby boomers e a Geração Y se refere aos filhos dos últimos membros do Baby boomer e do início da Geração X dos anos 60. No entanto, uma nova denominação está sendo utilizada para uma geração de indivíduos preocupados, cada vez mais, com a conectabilidade com os demais indivíduos de forma permanente, a Geração Z.

 

Crianças índigo é o termo utilizado para descrever crianças que a pseudociência chamada parapsicologia acredita serem especiais. Os defensores desta crença afirmam que os “Índigos” constituem uma nova geração de crianças com habilidades especiais, e que têm por objetivo a implantação de uma “Nova Era” na Humanidade. Estas crianças são geralmente classificadas como possuidoras de habilidades sociais mais refinadas, maior sensibilidade, desenvolvimento profundo de questões éticomorais e portariam personalidades peculiares que possibilitariam facilmente sua identificação relativamente a outras crianças.

 

VEJAM

www.escolasensitivista.blogspot.com

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Cacrolândia

Famílias buscam na Cracolândia parentes que se perderam nas drogas

http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2017/06/na-cracolandia-familias-buscam-por-parentes-que-se-perderam-nas-drogas.html

Quatrocentas e vinte e sete pessoas concordaram com internações voluntárias para o tratamento contra o vício de crack, em São Paulo, desde 21 de maio. Eram moradores da Cracolândia, onde muitos ainda permanecem. Alguns são procurados pelas famílias.

É o caso da empregada doméstica Eronilda Correia da Silva, que foi pega pela chuva desprevenida. Mas ela protege a única esperança de encontrar o irmão na Cracolândia e carrega a última foto de Narciso.

“A gente está atrás dele desesperado, minha mãe, minha família toda, os amigos, o filho dele, só não têm coragem de vir atrás, só eu encarei. E muitas pessoas me falaram que viram ele aqui na região”, diz ela.

Dependentes vagam pelo centro
Depois de duas ações da polícia e da prefeitura, os dependentes se concentram numa praça no Centro de São Paulo ou vagam pelas ruas da região.

A prefeitura montou uma estrutura de contêineres para atender os dependentes de crack, onde eles podem passar a noite, fazer refeições, mas também podem sair a hora que quiserem e voltar a consumir crack. A intenção é que nessas idas e vindas, o pessoal da prefeitura consiga convencê-los a aceitar o tratamento.

Voluntários de uma igreja oferecem um corte de cabelo, um prato de comida. E um pouco mais. Uma frase que há muito eles não ouvem. “Eu entendo que eles devem ser tratados com amor, com respeito, com paciência, muitas vezes um abraço fala mais do que palavras. Então procuro sempre estar abraçando eles para eles verem que são amados. Não por mim, mas principalmente por Deus”, diz o missionário Thiago Ideal Nogueira.

Dependentes nem sempre aceitam ajuda
O número dos que aceitam o tratamento vem crescendo, apesar da dificuldade de vencer o crack. De acordo com a Prefeitura, desde o dia 21 de maio já foram feitas 25.235 abordagens na região da Luz. Deste total, houve 10.786 encaminhamentos para acolhimento nos equipamentos da rede assistencial, 7.719 atendimentos na Unidade Emergencial de Atendimento, e 6.730 recusas de atendimento. Apenas no último domingo (18), foram feitas 1.293 abordagens na Luz, com 472 acolhimentos e 62 recusas.

Nem sempre é fácil convencer essas pessoas. “Porque a dependência química do crack é mais forte. Ela aparece em menos tempo, ela aparece de uma forma muito rápida, muito intensa, a síndrome de abstinência é muito intensa, é muito forte e além disso, não consegue que outras áreas que ela possa se beneficiar além do uso da droga”, diz Arthur Guerra, coordenador do projeto da prefeitura.

Quando surge alguém como Eduardo, surge uma esperança. Depois de três anos na Cracolândia, ele procurou ajuda e aceitou ir para uma clínica. “Muito obrigado, viu? Tudo de bom pra vocês aí e se Deus quiser, vou me reintregar e voltar de novo à sociedade. E reencontrar a família, se Deus quiser”.

 

Éd  Alemão

É muito impressionante esta multidão de viciados. Tem muito a ver com o desemprego. Mas é importante observarmos que estrangeiros chegam no Brasil, mesmo sem recursos, conseguem ter um mínimo de qualidade de vida. Eu penso que por mais adversa que esteja a situação o que prevalece de fato é o caráter educacional. Mas não só da escola, também da família, da igreja que deveria ter tido um grande papel de escola e não simplesmente de ministério de Deus. Eu vejo esta multidão, para mim parece um monte de zumbis. De fato vivos mortos, mas que ainda não morreram. Não tem esperança, não tem saúde, não tem mentalidade. Um monte de cabeças ocas que se entregaram ao ócio e a vagabundagem sem precedentes por talvez pensarem que é o fim do mundo e que não querem se aborrecerem com nada. Sem disposição e ânimo. Uma multidão que engoliram a pílula da morte, na qual se resume numa criação educacional que veio do período militar de muita repressão, tanto em casa na família, como na escola e até no trabalho. Uma época que a submissão e a fraqueza era ponto primordial para se ter convivência social impregnada no respeito imposto pelos elementos do poder (pais, polícia, igreja, governo).

Vejo esta multidão atônito e penso, como poderiam ser fortes? Cada um com uma enxada, serrote ou martelo na mão. Que força de trabalho não seria? Homens que poderiam ser soldados, médicos, advogados. Mulheres enfermeiras, professoras, psicólogas. Pessoas que poderiam ser líderes ao qual o país é tão carente por terem fabricado/criado uma população alienada e submissa. Vejo mães chorando por seus filhos drogados e perdidos. Será que estas mesmas mães não perderam tanto tempo em igrejas ao invés de ficarem ao lado destes mesmos filhos dando amor e carinho, ensinando e preparando para a vida, ao invés de um milagre divino? Fica aí esta pergunta. Mães que choram e não conseguem entender que também foram culpadas.

Na minha opinião, a maior graça de Deus é a gente ver o sorriso dos nossos filhos em casa, ter um verdadeiro lar com um ambiente aconchegador. Mas pra muitos a questão de dar dinheiro pra igreja e ficar no pé do santo rogando súplicas ou agradecendo algum bem material conquistado é a verdadeira benção.

E o Brasil está prestes a passar por uma provação muito grande. Está chegando da Europa treze navios com 1 milhão e 800 mil muçulmanos para viverem aqui. Os espíritos religiosos mais fanáticos precisam se controlarem. Porque estas pessoas merecem respeito. Estão sofrendo muito. São refugiados. Porém eles tem a sua religião e cultura. É um outro Deus, uma outra Bíblia, e regime de casamento (poligamia). E não adianta dizer que eles estão errados. Vão arrumar brigas.

 

VEJAM

www.escolasensitivista.blogspot.com

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Religião

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Prenderam o Lula

Prenderam o Lula

Trilhos da Corrupção – A Tribuna de Santos

Obs: matéria de março de 2016

Na semana passada a Polícia Federal deflagrou a Operação O Recebedor, que investiga um esquema de corrupção com empreiteiras na construção de ferrovias, a emblemática Norte-Sul e Integração Leste Oeste. O que chama a atenção nesse caso é que as investigações sobre os descaminhos no setor ferroviário são feitas com base na farta documentação obtida pela Operação Lava Jato, cujo alvo inicial são os desvios na Petrobras. Dessa forma, tornou-se real a expectativa de quem acompanha a Lava Jato de que ela desvendaria uma extensa teia de promiscuidade entre funcionários públicos, setor privado e políticos. E de que isso não se restringe ao setor petrolífero, mas que tem elos com a execução de obras de outras áreas, como a ferroviária e de energia elétrica.

O próprio nome O Recebedor é uma referência direta ao envolvimento de apadrinhados políticos que ocupam cargos do funcionalismo e que se tornam suspeitos de participação em esquemas de corrupção. Ex-presidente da estatal das ferrovias, a Valec, José Francisco das Neves, o Juquinha, foi investigado pela Operação Trem Pagador, quando foi preso. Ele foi apontado pelo Ministério Público pelo superfaturamento da Norte-Sul e suspeito de amealhar um patrimônio de R$ 60 milhões. Sua defesa na ocasião alegou que “se o trem era pagador, o alvo não era o recebedor”. Desta vez, delação da Construtora Camargo Corrêa na Lava Jato forneceu novos dados, mostrando que empreiteiras usaram contratos simulados para fazer pagamentos a escritório de advocacia e empresas de Goiás indicadas por Juquinha. As investigações continuam.

Esta não é a primeira vez que a Lava Jato alimenta outras investigações além da Petrobrás. Em dezembro, a Operação Crátons começou a desvendar a extração ilegal de diamantes em terras indígenas de Rondônia.

O desmanche da teia da corrupção na esfera das estatais e dos órgãos públicos é crucial para combater esse mal tão enraizado que se espalha por todo o País. É claro que esse problema não vai acabar, mas é preciso combater a sensação de impunidade. A Itália passou por situação parecida, quando a Operação Mãos Limpas implodiu partidos, mas seu efeito se perdeu porque os políticos reagiram e modificaram a legislação.

Portanto, agora, a independência da Polícia Federal e do Ministério Público precisa ser continuamente reforçada, assim como a punição aos empresários e grandes executivos não pode ser arrefecida. Mas também é necessário aumentar o cerco aos políticos envolvidos e, urgentemente, modificar esse sistema de coalizão de apoio de partidos arregimentados pelo loteamento de cargos. Juquinha, por exemplo, foi indicado pelo PR em 2003, com aval do então senador José Sarney (PMDB). O noticiário diário tomado pela corrupção é desanimador, mas fica a esperança de que o País vai melhorar daqui para frente.

Éd Alemão

A Tribuna está sendo muito esclarecedora e faz alerta. É muito revoltante o que está acontecendo com o país. Eles finalmente conseguiram quebrar o país. Temos um monte de projetos que não saíram do papel por falta de dinheiro, obras inacabadas, enchentes que poderiam ser evitadas se tivessem feito as obras de retenção e drenagem, desemprego devastador, fuga de investidores estrangeiros, a formação de uma guerra civil com o crime organizado, a escola inoperante, a juventude perdida, somos um país de ninguém, salve-se quem puder. A impressão que eu tenho é que quando despacharam o Collor porque ele quis dividir o bolo só com o grupinho dele, ficando dinossauros da nossa política fora do rateio, o Lula paz e amor abriu os cofres pra todo mundo. Transformaram o Congresso Nacional num balcão de negócios. Ele devia pensar que desta forma iria se perpetuar na política comprando todo mundo, e quase foi. E o pior de tudo que a grana está indo embora do país para os paraísos fiscais. Se roubassem e a grana ficasse aqui, pelo menos, era menos grave. Estamos fudidos de todas as maneiras. Depois que falaram que Nossa Senhora engravidou do Espírito Santo e escolheram Barrabás o bandido, pronto, o mundo se acabou. O povo cada vez ficando mais idiota.

 

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário